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MLSTP: "Jorge Bom Jesus terá dado garantias de que retiraria a sua candidatura presidencial" reagiu o presidente do partido

O presidente do MLSTP, Américo Barros, afirmou que Jorge Bom Jesus terá dado garantias de que retiraria a sua candidatura presidencial, acusando-o de criar mais um momento de desconforto dentro do partido. Durante uma conferência de imprensa, o líder dos socialistas defendeu a atuação da direção partidária, apelou à unidade dos militantes e reiterou que a prioridade do MLSTP continua a ser a estabilidade interna e o interesse nacional.

Jorge Bom Jesus diz ser ainda candidato às presidenciais apesar do anúncio feito pelo MLSTP

O candidato presidencial Jorge Bom Jesus declarou publicamente que continua na corrida às eleições presidenciais de julho de 2026, rejeitando o comunicado da Comissão Política do MLSTP que apontava para uma eventual desistência. O antigo primeiro-ministro afirmou não ter autorizado ninguém a falar em seu nome, criticou a forma como a informação foi divulgada e apelou ao povo santomense para apoiar o seu projeto político.

CEN reforça a capacidade dos profissionais de comunicação para uma eleição mais transparente

A Comissão Eleitoral Nacional (CEN), em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), promoveu um workshop destinado a jornalistas e técnicos da comunicação social com o objetivo de reforçar conhecimentos sobre a cobertura eleitoral. A iniciativa visa preparar os profissionais para os desafios das próximas eleições presidenciais, legislativas, autárquicas e regionais, com foco na imparcialidade, combate à desinformação e respeito pelas normas legais.

Jorge Bom Jesus renúncia candidatura e o MLSTP declara apoio ao Carlos Vila Nova

A Comissão Política do MLSTP anunciou o apoio à candidatura independente de **Carlos Vila Nova** nas eleições presidenciais de 19 de julho de 2026. Segundo o partido, a decisão visa contribuir para a estabilidade política e salvaguardar os interesses nacionais. O apoio assenta em três razões principais: a prioridade dada pelo partido às eleições legislativas de setembro, a desistência da candidatura de **Jorge Bom Jesus**, considerada um gesto de responsabilidade política, e a convergência entre os objetivos do MLSTP e a atuação de Carlos Vila Nova na Presidência da República. O partido destaca ainda que, perante as tensões políticas registadas em 2024, adotou uma postura de oposição construtiva, valorizando o diálogo, a paz social e a estabilidade institucional, princípios que considera estarem refletidos na ação do atual Presidente. O MLSTP apelou aos seus militantes, simpatizantes e apoiantes, no país e na diáspora, para apoiarem massivamente Carlos Vila Nova nas presidenciais e o partido nas legislativas de setembro. Esta decisão representa uma aproximação política inédita entre o maior partido da oposição e o atual Chefe de Estado, podendo reforçar a base eleitoral de Carlos Vila Nova e permitir ao MLSTP concentrar-se na disputa legislativa, considerada estratégica para a sua ambição de regressar ao poder governativo.

O Partido de Convergência Democrática, PCD, anunciou oficialmente o seu apoio à candidatura de Carlos Vila Nova às eleições presidenciais de 2026

O Partido da Convergência Democrática (PCD) anunciou o seu apoio à recandidatura de Carlos Vila Nova às eleições presidenciais de 19 de julho, após uma decisão tomada pela Comissão Política na sequência de uma orientação do Congresso Motivacional do partido. O PCD defende que o próximo Presidente da República deve garantir estabilidade, maturidade política e defesa dos interesses nacionais, considerando que Carlos Vila Nova reúne essas qualidades. O partido destacou ainda o papel desempenhado pelo atual Chefe de Estado em momentos importantes da vida política do país e comprometeu-se a mobilizar os seus militantes e simpatizantes para apoiar a sua eleição. Com esta posição, o PCD junta-se a outras forças políticas que já manifestaram apoio à recandidatura de Carlos Vila Nova.

MCI reage à decisão do Tribunal Constitucional contestando a rejeição da candidatura de Nino Monteiro às presidenciais

O Movimento Cidadãos Independentes Progressistas e Sociais (MCIPS) contestou a decisão do Tribunal Constitucional que inviabilizou a candidatura de Domingos Monteiro Fernandes, conhecido como Nino Monteiro, às eleições presidenciais de 19 de julho de 2026. O partido considera a decisão injusta e de motivação política, defendendo que o candidato cumpre todos os requisitos constitucionais. Durante uma conferência de imprensa, o MCIPS destacou que Nino Monteiro nasceu e sempre viveu em São Tomé e Príncipe, no distrito de Caué, argumentando que a sua ligação ao país é inquestionável. O partido acusa ainda o Tribunal Constitucional de promover uma afronta e desigualdade contra cidadãos descendentes nascidos no país. O MCIPS anunciou que irá recorrer da decisão e apelou a uma análise transparente, imparcial e rigorosa do processo, pedindo calma aos seus apoiantes. O caso poderá gerar novos desenvolvimentos no processo eleitoral para as presidenciais de julho.