Mauro Viegas dos Santos Amaro junta-se à ÁFRICA 100 de 2026 - Liga de Líderes Influentes Excepcionais
Mauro Viegas dos Santos Amaro é um jovem líder são-tomense dedicado à promoção da liderança, inclusão social e empoderamento juvenil em África e nos países de língua portuguesa. Licenciado em Direito, tem assumido vários cargos de destaque, incluindo Presidente da Associação Acadêmica da Universidade Lusíada e Secretário-Geral do Conselho Fiscal da Juventude Unida dos Países de Língua Portuguesa. Também atua como Coordenador Nacional da Coalizão Juvenil dos Países Africanos de Língua Portuguesa e ocupa funções em organizações académicas e desportivas em São Tomé e Príncipe. Foi reconhecido como Embaixador da Juventude para a Paz Universal pela Universal Peace Federation, destacando o seu compromisso com valores humanitários e liderança. É ainda fundador da Plataforma de Emprego em São Tomé e Príncipe, iniciativa voltada para ampliar oportunidades profissionais para os jovens, demonstrando forte dedicação à transformação social e ao desenvolvimento da juventude.
Ministra Vera Cravid destaca desenvolvimento sustentável e igualdade de género na 61.ª Sessão do Conselho dos Direitos Humanos das Nações Unidas
São Tomé e Príncipe participou na 61.ª Sessão do Conselho dos Direitos Humanos das Nações Unidas, realizada em Genebra, reafirmando o seu compromisso com a promoção e proteção dos direitos humanos. A delegação são-tomense foi chefiada pela Ministra da Justiça, Assuntos Parlamentares e Direitos da Mulher, Vera Maria Cravid, que defendeu uma abordagem integrada e transversal dos direitos humanos nas políticas públicas, no desenvolvimento sustentável e nas estratégias de paz e segurança. O país reiterou ainda a sua disponibilidade para cooperar com organismos internacionais e parceiros multilaterais.
Marcha da Liberdade: Memória histórica, tensão institucional e atenção à região definem o momento político em STP
No dia 3 de fevereiro, São Tomé e Príncipe celebrou a Marcha da Liberdade em homenagem aos Mártires da Liberdade e aos sobreviventes do massacre de Batepá. O Primeiro-Ministro Américo Ramos destacou a importância da memória histórica, da união nacional e do apoio aos sobreviventes. O dia também foi marcado por tensão política: tumultos numa sessão plenária resultaram na suspensão da Presidente da Assembleia, revogação de uma lei interpretativa e exoneração de juízes do Tribunal Constitucional. O Governo condenou a violência e reforçou o respeito pelas instituições. No plano regional, São Tomé e Príncipe acompanha com atenção a crise na Guiné-Bissau, buscando estabilidade. A data coincide com o início oficial do ciclo eleitoral de 2026, num ano decisivo para a democracia do país.
“Tudo o que somos começou em Batepá”: Presidente Presidente Carlos Vila Nova liga memória histórica aos desafios da democracia e pede maturidade democrática
No dia em que São Tomé e Príncipe assinala mais um aniversário do Massacre (73 anos) de Batepá, o Presidente da República, Carlos Vila Nova, destacou a importância histórica dos acontecimentos de 1953 na formação da consciência nacional. À margem das cerimónias, o Chefe de Estado comentou ainda a situação política interna, e a crise na Guiné-Bissau e tambem sobre a indicação do ex-primeiro-ministro são-tomense Patrício Trovoada como mediador da União Africana, Carlos Vila Nova esclareceu que São Tomé e Príncipe não foi consultado oficialmente e apelou a um processo inclusivo que permita o restabelecimento da normalidade democrática no país vizinho.
Criado Comité para gerir áreas protegidas das Praias do Sul
A primeira Assembleia Geral Alargada das Reservas Especiais do Sul, realizada em Porto Alegre, criou um Comité de Gestão Participativa. O grupo reúne comunidades locais, Estado e parceiros internacionais para proteger a biodiversidade, com destaque para as tartarugas marinhas, e implementar projetos sustentáveis financiados por fundos internacionais.
“Um Minuto por São Tomé e Príncipe”: campanha quer promover o civismo e limpar a cidade com pequenos gestos
Lançada no Jardim 1.º de Maio, a campanha “Um Minuto para São Tomé e Príncipe”, idealizada por Edgar Nilsson Lourenço, propõe ações mensais de limpeza e sensibilização cívica, envolvendo igrejas, instituições públicas, a sociedade civil e cidadãos comuns. A iniciativa defende que pequenos gestos coletivos podem gerar grandes mudanças na mentalidade e no ambiente urbano do país.