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Membro da comissão política do MCI nega existência de acordo com ADI para formação do próximo governo

Um membro da Comissão Política do Movimento de Cidadãos Independentes (MCI), que pediu anonimato, negou a existência de qualquer acordo entre o partido e a Ação Democrática Independente (ADI) para a formação do próximo Governo de São Tomé e Príncipe.

MCI-PS/PUM contesta não publicação da lista de candidatos às legislativas

O MCI-PS/PUM contesta a não publicação da sua lista de candidatos às eleições legislativas de 27 de setembro, depois de o Tribunal Constitucional ter fixado as listas de seis partidos concorrentes. O partido afirma ter cumprido, dentro do prazo, as exigências feitas pelo Tribunal relativamente a alguns candidatos e exige que a sua lista seja publicada até 31 de agosto. Caso contrário, ameaça convocar uma manifestação pública para exigir o cumprimento da legalidade.

MCI marca congresso nacional para 30 de maio com olhos postos já nas próximas eleições presidenciais.

O partido MCIP anunciou a realização do seu congresso para o próximo dia 30 de maio. A decisão foi tomada durante uma reunião da Comissão Política do partido, que também debateu o funcionamento interno da organização e as estratégias para as próximas eleições presidenciais.

MCI reforça presença em Cantagalo com nova direção e promessas de ação política

O partido Movimento Cidadão Independente, MCI, realizou uma assembleia distrital em Cantagalo, marcada pela apresentação da nova direção local e por fortes apelos à unidade e participação política. O encontro também ficou marcado por críticas internas e preocupações sociais levantadas pela população.

Crise Parlamentar em São Tomé: MCI-PS/PUM denuncia "golpe de Estado parlamentar" após destituição da presidente da Assembleia

São Tomé e Príncipe enfrenta uma grave crise institucional no Parlamento. Um grupo de 29 deputados reuniu-se na Universidade de São Tomé e Príncipe, sob forte proteção policial, destituiu a presidente da Assembleia Nacional, Celmira Sacramento, exonerou juízes do Tribunal Constitucional e tomou outras medidas polémicas. O partido MCI-PS/PUM, aliado da ADI mas com deputados impedidos de aceder à sessão, reage com veemência.

Caos no Parlamento trava debate da moção de censura ao Governo de Américo Ramos

A sessão da Assembleia Nacional destinada à discussão da moção de censura ao XIX Governo Constitucional terminou em clima de forte tensão política, marcada por acusações mútuas, divergências jurídicas e interrupção dos trabalhos. O impasse teve início com a contestação da presença de deputados do ADI por alegada incompatibilidade de funções, levando a Presidente da Assembleia a suspender a sessão sem definir o tempo de interrupção. Enquanto parte dos deputados defendia a continuidade dos trabalhos, alegando a existência de maioria absoluta e o fim do prazo legal para a moção, a Conferência de Líderes decidiu adiar a sessão para hoje, quarta-feira, decisão considerada ilegítima por outros parlamentares. O Primeiro-Ministro Américo Ramos rejeitou as acusações contra o Governo, classificou a moção como resultado de conflitos internos no partido no poder e alertou para os impactos políticos do impasse. Com acusações de violação do regimento e desordem no plenário, o episódio expôs profundas divisões no Parlamento e levantou preocupações sobre a estabilidade institucional, a poucos meses das eleições legislativas. A sessão deverá ser retomada esta quarta-feira.