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“A população de Pinheira não vai aceitar a transformação de pedra. Não vai funcionar. Assumimos as consequências, porque estamos a defender a nossa vida, a nossa saúde (Anselmo Neto)

Moradores de Cola Grande manifestaram-se contra a operação de uma pedreira da empresa Samulin Xpress Construtora, Lda em plena comunidade, alegando ilegalidades na licença ambiental emitida e incumprimento total das medidas de mitigação. A população acusa a Direção do Ambiente e a Direção dos Recursos Naturais de falta de profissionalismo, desrespeito à lei e conivência com interesses da empresa. Segundo os intervenientes, a legislação proíbe pedreiras em zonas habitacionais e a licença concedida é considerada inválida. Os moradores defendem que não são contra a empresa, mas exigem que a transformação da pedra ocorra fora da comunidade, por razões de saúde pública, segurança e proteção ambiental. Foram ainda feitas denúncias de tentativas de corrupção e manipulação de moradores vulneráveis. A população avisa que não aceitará o funcionamento da pedreira em Cola Grande e responsabiliza o governo por eventuais conflitos que possam acontecer.

População dividida na localidade de Pinheira entre paralisação e continuidade da pedreira Samulin Xpress Construtora, Lda

Após quatro meses de suspensão, a pedreira da localidade da Pinheira voltou a operar com o levantamento da suspensão da licença pela Direção-Geral dos Recursos Naturais e Energia. As autoridades afirmam que a empresa cumpriu as recomendações ambientais e de segurança, incluindo medidas para reduzir poeiras, proteger o rio e recuperar parcialmente a área explorada. No entanto, a decisão continua a gerar controvérsia. A Comissão dos Moradores contesta a permanência da pedreira numa zona habitacional, alegando riscos à saúde e ao bem-estar da população, enquanto outra parte da comunidade defende a continuidade da atividade, apontando melhorias ambientais e benefícios sociais. Com a população dividida, as autoridades garantem fiscalização reforçada para acompanhar o funcionamento da empresa.

Cooperativa CECAB reforça espírito solidário da quadra festiva com doação à Casa dos Pequeninos

No âmbito das celebrações do Advento, a Cooperativa CECAB realizou, esta quarta-feira, a entrega de diversos produtos alimentares à Casa dos Pequeninos, reforçando o seu compromisso com as famílias mais vulneráveis neste período festivo. A diretora da Casa dos Pequeninos agradeceu o gesto, sublinhando que a CECAB tem sido uma parceira constante e que, “no Natal, cada apoio deixa uma marca especial”. Com esta ação, a cooperativa reafirma o seu papel social e a importância da solidariedade nesta época do ano.

Nesta terça-feira, fogo consumiu quatro residências em Budo-Budo, sem registo de vítimas mortais

Um incêndio ocorrido esta terça-feira destruiu quatro residências na localidade de Budo-Budo. Apesar dos danos materiais significativos e de várias famílias terem perdido as suas casas, não há registo de vítimas mortais. No local, moradoras relataram momentos de pânico, perda total dos seus bens e o desespero vivido enquanto tentavam salvar alguns pertences.

Tio da jovem Adjanany de 19 anos, desaparecida desde ontem, apela à população por qualquer informação que possa levar ao seu paradeiro

A afirmação é do Osvaldo Ferreira tio da jovem Maria Irene D’Oliveira, vulgo Adjanany de 19 anos segundo o mesmo a sua sobrinha está desaparecida desde a tarde desta segunda-feira São Tomé. A família está desesperada e pede ajuda da população, reforçando que a jovem sofre de problemas mentais e nunca havia saído de casa sozinha e pede a qualquer um que pode ter alguma informação para que ligue a família pelos contatos 9939910408 ou 9925777

Problemas de Acesso Impedem Resposta Rápida dos Bombeiros no Incêndio de Ontem em Água Arroz, onde Duas Crianças Perderam a Vida

Um incêndio na localidade de Água Arroz, en fronteira com Água Bobô, destruiu por completo duas residência e provocou a morte de duas crianças, de 06 e 11 anos. O Corpo de Bombeiros foi acionado às 21h15, mas enfrentou grandes dificuldades devido à má condição da via de acesso, sendo obrigado a parar a 300 metros do local e estender várias mangueiras até ao foco do incêndio.