Américo Ramos saúda retirada da moção de censura e afirma que “o bom senso prevaleceu”
O Primeiro-ministro Américo Ramos considerou positiva a retirada da moção de censura apresentada por um grupo parlamentar da ADI contra o XIX Governo Constitucional, afirmando que a iniciativa poderia ter causado sérios prejuízos ao país a poucos meses das eleições. O chefe do Governo alertou para riscos de instabilidade política, quebra de confiança dos investidores e interrupção de projetos em curso, reiterando que o executivo continuará a trabalhar até ao final da legislatura. Questionado sobre disputas internas na ADI, afirmou estar elegível para qualquer cargo na liderança do partido enquanto militante.
Caos no Parlamento trava debate da moção de censura ao Governo de Américo Ramos
A sessão da Assembleia Nacional destinada à discussão da moção de censura ao XIX Governo Constitucional terminou em clima de forte tensão política, marcada por acusações mútuas, divergências jurídicas e interrupção dos trabalhos. O impasse teve início com a contestação da presença de deputados do ADI por alegada incompatibilidade de funções, levando a Presidente da Assembleia a suspender a sessão sem definir o tempo de interrupção. Enquanto parte dos deputados defendia a continuidade dos trabalhos, alegando a existência de maioria absoluta e o fim do prazo legal para a moção, a Conferência de Líderes decidiu adiar a sessão para hoje, quarta-feira, decisão considerada ilegítima por outros parlamentares. O Primeiro-Ministro Américo Ramos rejeitou as acusações contra o Governo, classificou a moção como resultado de conflitos internos no partido no poder e alertou para os impactos políticos do impasse. Com acusações de violação do regimento e desordem no plenário, o episódio expôs profundas divisões no Parlamento e levantou preocupações sobre a estabilidade institucional, a poucos meses das eleições legislativas. A sessão deverá ser retomada esta quarta-feira.
Em plena turbulência na Assembleia Nacional, ADI acusa vice-presidente de usurpação de funções da Presidente, enquanto oposição questiona irregularidade de deputados da ADI
O Grupo Parlamentar da ADI contestou a condução de uma sessão plenária da Assembleia Nacional, acusando o vice-presidente do órgão de usurpação de funções e denunciando a tentativa de forçar quórum com deputados já substituídos. O partido afirma que agiu para travar uma ilegalidade e defende que questões relativas aos mandatos dos deputados, independentemente da força política a que pertençam, devem ser analisadas exclusivamente pelas comissões especializadas, em estrito respeito ao regimento e ao Estado de Direito.
ADI Apresenta Moção de Censura ao Governo liderado por Américo Ramos
O partido ADI (Acção Democrática Independente) anunciou a apresentação de uma moção de censura contra o Governo liderado por Américo Ramos, alegando falhas na governação e agravamento da crise energética, situação crítica no hospital central e aumento do custo de vida. O dirigente do ADI, Dr. Elísio, afirmou que a decisão é resultado de deliberação formal do partido, rejeitou rumores de divisões internas e considerou a moção um sinal claro de demarcação do atual Executivo. O ADI destacou ainda que a ação não será adiada devido ao ano eleitoral e criticou a demora do Tribunal Constitucional na avaliação da constitucionalidade de atos governamentais.
Igreja Jama’at Islâmica Ahmadiyya entrega 36ª casa social a família carenciada em São Tomé
A Igreja Jama’at Islâmica Ahmadiyya entregou recentemente a 36ª casa social do seu projeto em São Tomé e Príncipe. A iniciativa visa apoiar famílias carenciadas e vítimas de incêndios ocorridos. A beneficiária da vez, Maria Natália, mãe de dois menores, recebeu uma casa nova construída com recursos da própria comunidade.
ADI: Américo Ramos confirma encontro com Patrice Trovoada, presidente do partido
Recorde-se que o último Conselho Nacional do ADI deliberou que o atual Primeiro-Ministro, Américo Ramos militante do partido deveria reunir-se com o Presidente do ADI, Patrice Trovoada, para abordar assuntos de interesse partidário e nacional. Esta orientação teve em conta o facto de Américo Ramos e a maioria dos membros do Governo serem militantes do ADI, embora o atual Executivo não tenha sido proposto pela Direção do partido. Américo Ramos frisou que a reunião teve como objetivo cumprir deliberações internas e reafirmar a sua intenção de apresentar candidatura à presidência do ADI no Congresso eletivo marcado para o dia 4 de abril. O militante sublinha ainda que a escolha da liderança do partido compete exclusivamente aos seus militantes.