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O Partido de Convergência Democrática, PCD, anunciou oficialmente o seu apoio à candidatura de Carlos Vila Nova às eleições presidenciais de 2026

O Partido da Convergência Democrática (PCD) anunciou o seu apoio à recandidatura de Carlos Vila Nova às eleições presidenciais de 19 de julho, após uma decisão tomada pela Comissão Política na sequência de uma orientação do Congresso Motivacional do partido. O PCD defende que o próximo Presidente da República deve garantir estabilidade, maturidade política e defesa dos interesses nacionais, considerando que Carlos Vila Nova reúne essas qualidades. O partido destacou ainda o papel desempenhado pelo atual Chefe de Estado em momentos importantes da vida política do país e comprometeu-se a mobilizar os seus militantes e simpatizantes para apoiar a sua eleição. Com esta posição, o PCD junta-se a outras forças políticas que já manifestaram apoio à recandidatura de Carlos Vila Nova.

MCI reage à decisão do Tribunal Constitucional contestando a rejeição da candidatura de Nino Monteiro às presidenciais

O Movimento Cidadãos Independentes Progressistas e Sociais (MCIPS) contestou a decisão do Tribunal Constitucional que inviabilizou a candidatura de Domingos Monteiro Fernandes, conhecido como Nino Monteiro, às eleições presidenciais de 19 de julho de 2026. O partido considera a decisão injusta e de motivação política, defendendo que o candidato cumpre todos os requisitos constitucionais. Durante uma conferência de imprensa, o MCIPS destacou que Nino Monteiro nasceu e sempre viveu em São Tomé e Príncipe, no distrito de Caué, argumentando que a sua ligação ao país é inquestionável. O partido acusa ainda o Tribunal Constitucional de promover uma afronta e desigualdade contra cidadãos descendentes nascidos no país. O MCIPS anunciou que irá recorrer da decisão e apelou a uma análise transparente, imparcial e rigorosa do processo, pedindo calma aos seus apoiantes. O caso poderá gerar novos desenvolvimentos no processo eleitoral para as presidenciais de julho.

TC valida cinco candidatos e rejeita a candidatura de Nino Monteiro às presidenciais

O Tribunal Constitucional confirmou cinco candidaturas às eleições presidenciais de 19 de julho de 2026: Miques Bonfim, Carlos Vila Nova, Nito D’Abreu, Eugénio Tiny e Jorge Bom Jesus. A candidatura de Domingos Monteiro, conhecido como Nino Monteiro, foi rejeitada. Com a validação definitiva dos candidatos, abre-se oficialmente o período que antecede a campanha eleitoral para a escolha do próximo Presidente da República.

Comissão política do MLSTP solicitou 48 horas para tomar uma posição definitiva sobre as eleições presidenciais

O Movimento de Libertação de São Tomé e Príncipe (MLSTP) adiou para os próximos dias a definição da sua posição oficial relativamente às eleições presidenciais. A decisão foi anunciada pelo presidente do partido, após uma reunião da Comissão Política realizada esta segunda-feira. Segundo o dirigente, os trabalhos não foram conclusivos, uma vez que os membros do órgão decidiram aprofundar a reflexão sobre questões internas do partido e o atual contexto nacional. A direção do partido deverá voltar a reunir-se na próxima quarta-feira, data em que é esperado o anúncio oficial da posição do MLSTP em relação às eleições presidenciais.

Leopoldo Vera Cruz é eleito novo presidente do Conselho Nacional da Juventude

O Conselho Nacional da Juventude (CNJ) realizou a sua Assembleia Geral Ordinária para apresentar os relatórios de atividades e contas dos últimos três anos e eleger os novos órgãos sociais. Com candidatura única, Leopoldo Vera Cruz foi escolhido para liderar a organização nos próximos três anos. O novo dirigente defende a recuperação da credibilidade do CNJ, o reforço da participação juvenil e uma maior defesa de políticas públicas capazes de responder aos desafios enfrentados pela juventude santomense, nomeadamente o desemprego e a migração.

Quadros da administração pública reforçam Competências em matéria de género e cidadania

Técnicos e dirigentes da Administração Pública concluíram uma formação sobre Género e Cidadania promovida pelo Instituto Nacional de Formação da Justiça e da Administração Pública, com apoio da Escola Nacional de Administração Pública do Brasil. A iniciativa pretende reforçar a integração da perspetiva de género nas políticas públicas e promover uma maior participação das mulheres nos espaços de decisão.