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Familiares de Ednei Pontes, exigem justiça Após o mesmo ser baleado pelas costas em Belém Trindade no dia 01 de Janeiro de 2026

Adelino Pontes acusa o empresário Célio Santiago de ter baleado o seu filho, Ednei Pontes, de 19 anos, no dia 1 de janeiro, na localidade de Belém, distrito de Mé-Zóchi, contrariando assim informações divulgadas nas redes sociais que apontavam para um assalto. Segundo a família, o jovem foi atingido com vários disparos nas costas enquanto apanhava mangas, Ednei Pontes está internado no enfermaria Militar com mais de 20 chumbos no corpo. A família pede justiça. O caso está entregue ao Tribunal, que retomará os trabalhos apenas após o período de férias, em março.

Igreja Jama’at Islâmica Ahmadiyya entrega 36ª casa social a família carenciada em São Tomé

A Igreja Jama’at Islâmica Ahmadiyya entregou recentemente a 36ª casa social do seu projeto em São Tomé e Príncipe. A iniciativa visa apoiar famílias carenciadas e vítimas de incêndios ocorridos. A beneficiária da vez, Maria Natália, mãe de dois menores, recebeu uma casa nova construída com recursos da própria comunidade.

Festival de Humor no Palácio dos Congressos reúne multidão e artistas de renome em São Tomé

Um espetáculo de risos e alegria marcou o final de semana em São Tomé. O Festival de Humor, realizado no emblemático Palácio dos Congressos, reuniu artistas nacionais e internacionais e levou milhares de pessoas a assistirem a apresentações memoráveis de comédia, reforçando a importância do entretenimento e da cultura no país.

Igreja Universal entrega 300 cabazes e oferece almoço para 400 pessoas na Ceia Solidária em São Tomé

Neste sábado, 20 de dezembro, a Igreja Universal promoveu a Ceia Solidária em São Tomé, reunindo centenas de pessoas em um evento marcado por solidariedade, fé e amor ao próximo. Durante a manhã, os participantes receberam almoço gratuito, 300 cestas básicas, além de atendimentos sociais, espirituais e jurídicos, incluindo corte de cabelo, manicure e aferição de pressão. O objetivo foi apoiar aqueles que não têm condições de celebrar o Natal em família, levando-lhes cuidado, conforto e a presença de Deus. Além da Ceia Solidária, a Igreja Universal anunciou a Vigília da Virada de Ano no Poder da Oração, no dia 31 de dezembro a partir das 22h, convidando toda a população a iniciar 2026 com pedidos de oração. O evento reafirma o compromisso da Igreja Universal com ações sociais e espirituais, levando auxílio concreto e fé à população de São Tomé e Príncipe.

“A população de Pinheira não vai aceitar a transformação de pedra. Não vai funcionar. Assumimos as consequências, porque estamos a defender a nossa vida, a nossa saúde (Anselmo Neto)

Moradores de Cola Grande manifestaram-se contra a operação de uma pedreira da empresa Samulin Xpress Construtora, Lda em plena comunidade, alegando ilegalidades na licença ambiental emitida e incumprimento total das medidas de mitigação. A população acusa a Direção do Ambiente e a Direção dos Recursos Naturais de falta de profissionalismo, desrespeito à lei e conivência com interesses da empresa. Segundo os intervenientes, a legislação proíbe pedreiras em zonas habitacionais e a licença concedida é considerada inválida. Os moradores defendem que não são contra a empresa, mas exigem que a transformação da pedra ocorra fora da comunidade, por razões de saúde pública, segurança e proteção ambiental. Foram ainda feitas denúncias de tentativas de corrupção e manipulação de moradores vulneráveis. A população avisa que não aceitará o funcionamento da pedreira em Cola Grande e responsabiliza o governo por eventuais conflitos que possam acontecer.

População dividida na localidade de Pinheira entre paralisação e continuidade da pedreira Samulin Xpress Construtora, Lda

Após quatro meses de suspensão, a pedreira da localidade da Pinheira voltou a operar com o levantamento da suspensão da licença pela Direção-Geral dos Recursos Naturais e Energia. As autoridades afirmam que a empresa cumpriu as recomendações ambientais e de segurança, incluindo medidas para reduzir poeiras, proteger o rio e recuperar parcialmente a área explorada. No entanto, a decisão continua a gerar controvérsia. A Comissão dos Moradores contesta a permanência da pedreira numa zona habitacional, alegando riscos à saúde e ao bem-estar da população, enquanto outra parte da comunidade defende a continuidade da atividade, apontando melhorias ambientais e benefícios sociais. Com a população dividida, as autoridades garantem fiscalização reforçada para acompanhar o funcionamento da empresa.