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Movimento Basta adia posição sobre as presidenciais e convoca Conselho deliberativo nacional

O Movimento Basta – CSD anunciou que ainda não vai declarar apoio a qualquer candidato às eleições presidenciais de 19 de julho de 2026. A decisão foi tomada numa sessão extraordinária da Comissão Executiva do partido, realizada a 7 de junho, e abre caminho para uma nova reunião dos órgãos internos para definir a posição oficial da força política no processo eleitoral. O partido reafirma ainda o compromisso com a estabilidade política e apela a uma campanha marcada pelo respeito e pela convivência democrática.

PCD expõe crise interna após ruptura com movimento Basta

A recente estabilidade no Partido de Convergência Democrática surge após um período de forte turbulência interna. Divergências políticas e estratégicas, especialmente ligadas à criação do movimento Basta, levaram a uma crise profunda que resultou na eleição de uma nova direção para o partido.

Movimento Basta alerta para agravamento da crise social e posiciona-se como alternativa política em 2026

O Movimento Basta – Convenção Social Democrata fez um balanço da situação política em São Tomé e Príncipe, alertando para o agravamento de problemas sociais no país e reafirmando a sua intenção de se posicionar como alternativa de governação nas eleições de 2026.

Mulheres do Movimento Basta defendem maior participação feminina na política em palestra realizada na USTP

No âmbito das celebrações do Dia Internacional da Mulher as mulheres do Movimento Basta celebraram o Dia Internacional da Mulher com uma palestra realizada na Universidade de São Tomé e Príncipe. O encontro reuniu militantes, convidadas e representantes da sociedade civil para refletir sobre o papel da mulher na política e na construção do desenvolvimento nacional. Durante a iniciativa, a vice-presidente do partido chamou a atenção das mulheres para a necessidade de continuarem a lutar pelos seus direitos e por maior representação nos espaços de decisão.

Crise no Parlamento termina com retirada da moção de censura do partido ADI ao XIX Governo liderado por Américo Ramos

A sessão plenária da Assembleia Nacional, marcada para a análise da moção de censura apresentada pelo grupo parlamentar do ADI, ficou marcada por suspensão dos trabalhos, troca de acusações entre partidos e forte tensão política. Após alegadas irregularidades relacionadas com mandatos de deputados e falta de quórum, a sessão foi retomada esta terça-feira. No entanto, o ADI acabou por retirar a moção de censura, justificando a decisão com o objetivo de evitar instabilidade política. A retirada gerou reações divergentes do MLSTP e do Movimento Basta, enquanto acusações graves de alegada compra de deputados dominaram o debate político.

Caos no Parlamento trava debate da moção de censura ao Governo de Américo Ramos

A sessão da Assembleia Nacional destinada à discussão da moção de censura ao XIX Governo Constitucional terminou em clima de forte tensão política, marcada por acusações mútuas, divergências jurídicas e interrupção dos trabalhos. O impasse teve início com a contestação da presença de deputados do ADI por alegada incompatibilidade de funções, levando a Presidente da Assembleia a suspender a sessão sem definir o tempo de interrupção. Enquanto parte dos deputados defendia a continuidade dos trabalhos, alegando a existência de maioria absoluta e o fim do prazo legal para a moção, a Conferência de Líderes decidiu adiar a sessão para hoje, quarta-feira, decisão considerada ilegítima por outros parlamentares. O Primeiro-Ministro Américo Ramos rejeitou as acusações contra o Governo, classificou a moção como resultado de conflitos internos no partido no poder e alertou para os impactos políticos do impasse. Com acusações de violação do regimento e desordem no plenário, o episódio expôs profundas divisões no Parlamento e levantou preocupações sobre a estabilidade institucional, a poucos meses das eleições legislativas. A sessão deverá ser retomada esta quarta-feira.