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Questionado sobre a detenção de um cidadão sueco que integrava os quadros da , João Bonfim afirmou que o PCD tomou conhecimento do comunicado oficial que dava conta da exoneração imediata do referido cidadão.


O presidente do PCD explicou que nenhum processo de contratação está imune a falhas de informação, mas considerou adequada a reação da instituição. “Assim que teve conhecimento da situação, a Presidência procedeu à exoneração. Isso é importante sublinhar”, declarou.
João Bonfim acrescentou que, no momento da detenção, o cidadão já não fazia parte dos quadros da Presidência da República, o que, no seu entendimento, evita maiores implicações institucionais para o país.


O líder do PCD concluiu afirmando que o essencial é que as instituições reforcem os critérios de análise e controlo nos processos de contratação, prevenindo situações semelhantes no futuro.