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O Presidente da República reuniu-se com os partidos políticos, com assento parlamentar, para discutir a marcação das datas das próximas eleições em São Tomé e Príncipe.





ADI foi o primeiro partido a ser recebido.


“Na perspectiva de sugerir a data das eleições presidenciais legislativas autárquicas e regionais de acordo com a lei prevista na Constituição o presidente sugeriu e vem na linha do pensamento com a nossa opinião” Alexander Porta-voz ADI






Em relação à moção de censura apresentada pelo ADI, o partido afirmou que esta decisão está dentro da legalidade, mas poderá, no entendimento de alguns, desconfigurar as datas previstas para as eleições.

“Mas isso é algo que nós aqui entendemos poderá de fato desconfiguraram essas datas que estão previstas no nosso entender a moção de censura está marcada e é algo que é legal e está marcado e agendada e nós apenas estamos à espera que se realize. No nosso entender se a moção de censura for aprovada deve-se antecipar, não tudo mais relativamente as eleições legislativas” Alexander Porta-voz ADI



A saída do encontro o Líder do MLSTP Américo Barros disse que:

 


“Recebemos o convite do presidente da república para a proposta de marcação da data das eleições e o MLSTP subscreveu portanto presidenciais para a segunda quinzena de do mês de Julho e legislativas autarquias e regionais para 27 de setembro portanto nós subscrevemos” Américo Barros MLSTP


 



Sobre  a moção de censura ao atual governo liderado por Américo Ramos, o MLSTP afirmou que ainda será avaliada pela sua comissão política antes de definir uma posição de voto.


“No nosso ponto de vista tudo começou muito mal há um conjunto de situações que este governo tem levado a cabo que podemos resumir que as coisas não estão bem. O povo está sofrendo são quatro anos de sofrimento e sempre que o ADI provoca crise o MLSTP é chamado para colocar a água na fogueira. Em 2026 voltamos a outra crise a moção de censura introduzida pelo ADI teremos uma comição política na qual vamos analisar todos esses constrangimentos e depois assumir a orientação que vamos dar a nossa bancada” Américo Barros Presidente do MLSTP


 



MCI-PS/PUM reiterou que o país não deve ser prejudicado por disputas políticas e que a prioridade deve ser o interesse nacional. O partido disse que irá discutir internamente a questão antes de tomar qualquer decisão formal.


"Dissemos a sua excelência o Presidente da República que estamos de acordo com as datas previstas primeiramente para dizer que um ato político o partido a de entendeu que deveria entender que deveria introduzir uma Moção essa noção já foi introduzida o partido MCI-PS/PUM terá uma reunião da sua comissão permanente vai discutir a questão e depois decidirá" Nino MonteiroMCI-PUM





Movimento Basta também se pronunciou sobre a moção de censura, destacando que qualquer bloqueio das instituições do Estado vai contra os interesses da população e que seus deputados votarão de forma responsável, preservando a estabilidade do país.


"Nós não entendemos como é que o país no estado em que ele se encontra no ano das eleições alguém possa pensar introduzir uma Moção de censura contra o governo nesta altura, o país precisa ponderar é preciso que as pessoas pensem em STP em primeiro lugar que não pensem nos interesses de grupo e nem nos interesses pessoais de cada um o movimento basta que é por um basta a esses tipos de comportamentos no país e nós achamos que são de uma e príncipe deve estar em primeiro lugar e os deputados da República devem pensar primeiro no povo de STP depois nos seus interesses pessoais na nossa opinião tudo aquilo que for feito no sentido de bloquear o funcionamento do Estado vai contra os interesses do povo de STP" Salvador Ramos/  BASTA



 

Na Região Autónoma do Príncipe, a União para Mudança e Progresso do Príncipe (UMPP) representado no encontro pelo seu presidente Filipe Nascimento que na ocasião destacou que o diálogo com investidores e o respeito às normas legais são prioridades, reforçando a necessidade de continuidade e estabilidade no processo democrático em todo o território nacional.


"A nossa participação foi no sentido de dar o nosso contributo relativamente aquilo que é o respeito pelos princípios que norteiam a atuação das instituições democráticas, as eleições olharmos para aquilo que é a legalidade do processo. O processo com HBD está em um diálogo contínuo na busca de condições para uma nova fase desta parceria, estamos com o Espírito de missão servir e dar o nosso contributo a partir da região do Príncipe a UMPP é um movimento com o histórico de inclusão e participação de todos estamos numa fase do início do ano mas ainda com muito trabalho pela frente e focados na conclusão dessas importantes tarefas que são o nosso compromisso com a população.” Filipe Nascimento UPPP



Recorde-se que, após a avaliação do quadro político nacional, o Presidente da República, Carlos Manuel Vila Nova, assinou o Decreto Presidencial n.º 02/2026, datado de 23 de janeiro de 2026, através do qual foram oficialmente anunciadas as datas das próximas eleições em São Tomé e Príncipe.


DECRETO PRESIDENCIAL N.° 022026





De acordo com o referido decreto, a eleição do Presidente da República terá lugar no dia 19 de julho de 2026, enquanto as eleições legislativas, regionais e autárquicas estão agendadas para o dia 27 de setembro de 2026.

 

 POR: Varela Tavares

Imagem: TVS

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